RESUMO DA GUERRA DOS FARRAPOS: A Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos ocorreu no Rio Grande do Sul na época em que o Brasil era governado pelo Regente Feijó (Período Regencial).Esta rebelião gerada pelo descontentamento político durou por uma década de (1835 a1845). Em 1835 os rebeldes Liberais, liderados por Bento Gonçalves da Silva, apossaram-se de Porto alegre, fazendo com que as forças imperiais fossem obrigadas a deixarem a região. Após terem seu líder Bento Gonçalves capturado e preso, durante um confronto ocorrido na ilha de Fonfa (no rio Jacuí), os Liberais não se deixaram abater e sob nova liderança (de Antônio Neto) obtiveram outras vitórias. Em novembro de 1836, os revolucionários proclamaram a República em Piratini e Bento Gonçalves, ainda preso, foi nomeado presidente. O estopim para esta rebelião foi às grandes diferenças de idéias entre dois partidos: - Um que apoiava os republicanos (Os liberais Exaltados) e outro que apoiava os conservadores (Os Legalistas). Somente em 1837, após fugir da prisão, é que Bento Gonçalves finalmente assume a presidência da República de Piratini. Mesmo com forças do exército da regência, os farroupilhas liderados por Davi Gonçalves, conquistaram a Vila de Laguna, em Santa Catarina, proclamando, desta forma, a República Catarinense. Entretanto, no ano de 1842, o governo nomeou Luiz Alves de Lima e Silva para comandar as tropas que deveriam lutar contra os farroupilhas. Após três anos de batalha e várias derrotas, os “Farrapos” tiveram que aceitar a paz proposta por Duque de Caxias. Com isso, em 1845, a rebelião foi finalizada. Este apelido foi dado aos rio-grandenses sublevados contra o Império do Brasil, por não disporem de uniformes e de equipamentos militares. Maltrapilhos, faltavam armas e botas. Muitos destes soldados eram peões de estância e negros, onde traziam suas garruchas e adagas. OS FARRAPOS: Os imperiais governaram o Rio Grande do Sul, recebendo ordens do Império. Eram também chamados pelos Farrapos de conservadores, restauradores, retrógrados, caramurus e galegos. Ocupavam os principais postos nos órgãos públicos e no exército. OS IMPERIAIS: Eram imbatíveis nos combates a cavalo e usavam os trabucos, pistolas, espadas e lanças. A cavalaria utilizava principalmente a lança. A artilharia empregava canhões e obuses tomados dos inimigos ou fornecidos pelos Uruguaios. Os imperiais governaram o Rio Grande do Sul, recebendo ônus do Império. Eram também chamados pelos Farrapos de conservadores, restauradores, retrógrados, caramurus e galegos. Ocupavam principais postos nos órgãos públicos e no exército.
AS ARMAS DOS FARRAPOS: AS PRINCIPAIS BATALHAS: Ocorreram118confrontos entre os Farrapos e os Imperialistas com 59 vitórias para cada lado. Na verdade, não foi uma guerra nos moldes clássicos, já que os exércitos rebeldes não estavam organizado nos moldes convencionais. Suas táticas se assemelhavam às guerrilhas. Os números de mortos em combates não são precisos, mas em 1881 o Governo Imperial deu publicidade aos fatos, divulgando informações sobre a Revolução Farroupilha. A estimativa é que morreram 3.400 homens. Os Farrapos perderam quase que o dobro dos Legalistas.
PRINCIPAIS PERSONAGENS DA GUERRA DOS FARRAPOS: 1 - OS LIBERAIS: Bento Manoel Ribeiro (1783-1855) David Canabarro (1793-1867) Anita Garibaldi Giuseppe Garibaldi (1807-1882) Bento Gonçalves da Silva (1788-1847) -Domingos José de Almeida (1801-1866); -João Manoel de Lima e Silva (1805-1837); -João Antônio da Silveira (1795-1872). 2 - OS IMPERIAIS: Duque de Caxias General Osório
CURIOSIDADES DA GUERRA DOS FARRAPOS: - A expressão “tchê” uma das mais típicas do linguajar gaúcho é de origem guarani, tendo o sentido de “meu”; - A erva mate, também uma herança indígena, chegou a ser condenada pelos padres Jesuítas, pois “o demônio” por meio de um feiticeiro, a tinha inventado. A cuia era muito parecida com a de hoje, porém a bomba era feita de bambu; - O rancho das tropas de Osório não era um luxo, como algumas pessoas pensam. Pelo contrário, pela manhã ninguém tomava café, apenas toavam chimarrões, ou como diziam, matavam. Para o almoço, os soldados ganhavam carne fresca para o churrasco todos os dias, um pouco de farinha, erva-mate nova e cachaça. Às vezes ganhavam feijão e charque; - Quando Osório ingressou no exército, ainda jovem, basicamente se lutava com cavalos, ainda com lanças, porque as armas de fogo eram pouco confiáveis e não permitiam mira de longa distância; - Osório talvez não tivesse alcançado o posto de General se não tivesse participado da Revolução Farroupilha, porque depois que a guerra dividiu o que existia de exércitos e tropas no Rio Grande do Sul, aqueles que ficaram no lado legalista, fizeram carreira e ganharam conceito junto ao poder Central. Osório, na época coronel, vai conhecer o Duque de Caxias na Revolução Farroupilha. Caxias vai se tronar uma espécie de protetor de Osório no plano militar. Em troca, Osório vai apoiar politicamente os aliados de Caxias no Estado.
A PRINCIPAL PARTICIPAÇÃO DO GENERAL OSÓRIO NA GUERRA DOS FARRAPOS: Em 1835, Osório servia no 2º Corpo de Cavalaria em Bagé (RS). Nessa oportunidade, eclodiu a Guerra dos Farrapos. Ligado aos liberais, Osório de início, ficou do lado dos rebelados, que lutavam por maior autonomia para a província, mas sua posição se modificou e passou a prestar serviços para as forças do Governo Central. Participaram de combates contra os rebeldes em Porto Alegre, Bagé e Caçapava e distinguiu-se no combate de Herval em 1838. Promovido a Tenente-Coronel, teve participação destacada nas conversações que encerraram o conflito e que pacificaram a província.
AS CONSEQUÊNCIAS PARA O GENERAL OSÓRIO COM RELAÇÃO A SUA PARTICIPAÇÃO NA GUERRA DOS FARRAPOS: Sua lança invicta serviu à Pátria quase meio século, tornando-se o mais idolatrado dentre os chefes militares brasileiros. Soldado, cidadão e político, engrandeceu como poucos cada cargo e função que exerceu, conservando-se sempre como o mais humilde dos servidores da Nação. Em batalha, Osório com apenas 17 anos, reunindo valorosamente alguns praças dispersos, salva a vida do General Bento Ribeiro, de quem recebe em gratidão, a promessa de receber como herança a própria lança. E ele a conduziu invicta, por uns cem números de lutas, combates, batalhas e guerras, bem além do que imaginava o bravo General. Legalista, lutou de Tenente a Tenente-coronel na Guerra dos Farrapos, considerado a pior de todas as guerras internas em nosso país. Martírio deste soldado que antes do coração, atendeu o dever. “Os grandes soldados não morrem jamais, se eternizam na lembrança de seus comandados.” Mas a luta política no rio Grande do sul, na época era muito dura e o Osório foi acusado duas vezes pelo Barão de Porto Alegre de traição, de procurar fazer o separatismo do Rio Grande e fundar uma república porque ele tinha nos anos de 1850 e1860 o apoio dos antigos Farroupilhas. Mas foram acusações que nunca tiveram acolhidas junto ao Imperador. Para Osório, ele e os seguidores dele, estavam sendo vítimas de uma perseguição política.
AS IDÉIAS QUE O GENERAL OSÓRIO GANHOU COM RELAÇÃO A SUA PARTICIPAÇÃO NA GUERRA DOS FARRAPOS: O que movia a atuação dos chefes militares como Osório, mesmo durante a Guerra, era a motivação política, e isso vai explicar muitas coisas, inclusive a dificuldade, por exemplo, de estabelecer um plano de defesa do sul porque os chefes militares não se entendiam e estavam mais interessados em política do que na defesa da província. Pela sua participação na Guerra dos Farrapos ganhou grande ascensão e respeito por todos na carreira militar. Apesar de ter a responsabilidade militar na gerência de soldados durante a Guerra, conseguiu grande respeito pelos seus comandados, tendo em vista o seu carisma, simpatia e linguajar acessível junto aos mesmos, diferentemente da hierarquia e pompa militar de outros chefes, talvez tenha sido este o principal segredo de vitórias para este homem que alcançou altos postos devido ao seu sangue e suor na frente das batalhas, exemplificando e motivando seus soldados naquele ambiente hostil. Em primeiro de março de 1845, os Imperialistas, liderados por Duque de Caxias e os Republicanos Farroupilhas assinaram a paz de “Poncho Verde”, declarando o fim aos conflitos.
PRINCIPAIS PONTOS
ASSINADOS NO TRATADO DA PAZ: · O Império pagaria as dívidas do Governo republicano; · Os oficiais republicanos são incorporados ao exército brasileiro; · Eram declarados livres todos os escravos que tinham lutado nas tropas republicanas; · Seriam devolvidos todos os prisioneiros de guerra; · Foram elevadas as taxas alfandegárias para a importação do charque Gaúcho.
Por: Todos 9Roballo, Nicolas, Francielle N., Gisely e Debiasi)
sábado, 2 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Arte na Guerra




Na guerra do Paraguai se destacam muitas fotos (algo recente na época) e pinturas.
Essa pintura a esquerda foi pintada pelo artista Pedro Américo mede 7,60 metros por 4,15 metros. O maior quadro de Pedro Américo, também o maior do Brasil, Batalha do Avaí, de 1874. A tela tem 66 metros quadrados e está em exibição no Museu Nacional de Belas-Artes do Rio de Janeiro. Levou 26 meses para ser finalizado.
O Quadro a Batalha Do Riachuelo (ao centro e em cima) no quadro onde se destaca a imagem do almirante Tamandaré em pé na proa da fragata Amazonas que rompeu as linhas paraguaias mediante sucessivas arremetidas como se fosse um aríete, já que seu casco era de ferro e os do oponente de madeira. E ao canto superior o quadro da mais famosa e sangrenta batalha na guerra a Batalha de Tuiuti pintada por Cândito Lópes onde se mostra soldados paraguaios já que foi pintada por um paraguaio. E a foto de soldados uruguaios em suas trincheiras.
Bibliografia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Tuiuti (Batalha de Tuiuti)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Ava%C3%AD (Batalha de Avaí)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_riachuelo (Batalha de Riachuelo))
Essa pintura a esquerda foi pintada pelo artista Pedro Américo mede 7,60 metros por 4,15 metros. O maior quadro de Pedro Américo, também o maior do Brasil, Batalha do Avaí, de 1874. A tela tem 66 metros quadrados e está em exibição no Museu Nacional de Belas-Artes do Rio de Janeiro. Levou 26 meses para ser finalizado.
O Quadro a Batalha Do Riachuelo (ao centro e em cima) no quadro onde se destaca a imagem do almirante Tamandaré em pé na proa da fragata Amazonas que rompeu as linhas paraguaias mediante sucessivas arremetidas como se fosse um aríete, já que seu casco era de ferro e os do oponente de madeira. E ao canto superior o quadro da mais famosa e sangrenta batalha na guerra a Batalha de Tuiuti pintada por Cândito Lópes onde se mostra soldados paraguaios já que foi pintada por um paraguaio. E a foto de soldados uruguaios em suas trincheiras.
Bibliografia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Tuiuti (Batalha de Tuiuti)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Ava%C3%AD (Batalha de Avaí)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_riachuelo (Batalha de Riachuelo))
Títulos de Nobreza
- Barão do Herval em 1866, por serviçõs prestados como comandante em chefe nas operações na Guerra do Paraguai.
- Visconde do Herval em Abril de 1867, com honra pelos serviços prestados na Guerra do Paraguai
- Marquês do Herval em 29 de Dezembro de 1869 (com honras e grandezas, por reiterados).
Bibliografia
Estiarribia, Pedro Paulo
Cantalice, Coronel Marechal Osório
Ministério da Cultura
Por: Todos (Roballo, Nicolas, Fancielle N., Gisely e Debiasi)
A linha cronológica da vida militar de Osório
- Nascimento de Osório em 10 de Maio de 1808, em Conceição do Arroio (atual Tramandaí).
- Praça de pré: Legião de Voluntários se São Paulo, arredores de Montevidéu em Primeiro de Maio de 1823.
- Torna-se cadete de primeira classe em 1824.
- Torna-se Alferes (Aspirnte-a-Oficial) e foi classificado no Terceiro Regimento de Cavalaria de primeira linha.
- Tenente. Em outubro de 1827 no Quinto Regimento de Cavalaria.
- Torna-se capitão em 1838.
- É promovido a Major em 1842 classificado no Segundo Regimento de Cavalaria.
- Em 1844 recebe a patente de Tenente-Coronel efetivado no comando no Segundo Regimento de Cavalaria.
- Se torna Coronel em 1852 por merecimento cmprovado em campo de batalha continuando no Segundo Regimento de Cavalaria.
- Foi graduado ao posto de Brigadeiro em Dezembro de 1856, porém só foi efetivado em Junho de 1859.
- Marechal de campo em 1865. Atualmente cargo com o nome General de Divisão.
- Promovido a Tenente General em 1867.
- Tornou-se Marechal de Exército: Graduado no posto a 27 de Junho de 1877.
- Em 1877 é nomeado Senador.
- Torna-se Ministro da Guerra.
- Falecimento de Osório em 4 de outubro de 1879.
Bibliografia
Estiarribia, Pedro Paulo
Cantalice, Coronel Marechal Osório
Ministério da Cultura
Por: Todos (Roballo, Nicolas, Francielle N., Gisely e Debiasi)
A maior das batalhas
O céu acinzentado de 24 de maio de 1866, no acampamento de Tuiuti. Começava a maior batalha campal da guerra do Paraguai. Vinte mil valentes paraguaios chocaram-se com argentinos, brasileiros e uruguaios. O exército permaneceu um mês inteiro no parapeito das trincheiras do Passo da Pátria, arrumando-se para investir ao Norte, na direção do forte Humaitá-Assunção, objetivos para terminar com essa carnificina que se tornou a Guerra do Paraguai. Do dia da invasão até a chegada a Tuiuti morreram cerca de cem mil cavalos vítima de inanição, por que não existia forragem de alfafa e de milho. A relva rala e rara não se sustentou. A cavalaria ficou a pé, as carretas e canhões sem tração animal. Aumentou o volume crescente de baixas por desisteria, varíola e infecções. Ainda assim cruzou o "Estero Bellaco" e chegou-se ao anfiteatro arenoso de 4,5 por 2,5 quilômetros de Tuiuti. E os aliados precisavam prosseguir no encalço do adversário, sabido ocupando o terreno além do "Estero Rajas", obstáculo ao Norte de Tuiuti. Tropas orientais de Flores fincaram-se, vigilantes, nos postos avançados às margens das “rajas". Artilheiros, liderados pelo melhor deles, o Tenente Coronel Mallet. Em segundo escalão, quase encolunadas mais duas divisões brasileiras a Sexta e a Primeira, cavavam trincheiras. No flanco oeste, aferrada os infantes de Sampaio, da Terceira divisão (a Encouraçada). Argentinos de Mitre guarneciam o flanco leste. A reserva, três grandes unidades de cavalaria praticamente a pé, no fundo do anfiteatro, fechavam o contorno defensivo. Osório instalou seu posto de comando no centro do dispositivo. Decidiu-se reiniciar a ofensiva no dia seguinte a 25 de maio (1866), e atacavam no dia 24, em quatro colunas. As duas do centro investiam sobre os orientais de Flores, foram dizimados pelo fogo de Mallet, cada canhão atirava por iniciativa de seu chefe de peça, numa seqüência tão frenética que o Primeiro Regimento de Artilharia a cavalo acabou conhecido como o da "Artilharia a revólver". Pelo oeste mais 8 mil homens ao comando do General Barrias investiram o franco das tropas, virando a nossa retaguarda, Osório percebeu a intenção inimiga. Fez cerrarem outros infantes das divisões em segundo escalão, reforço aos Encouraçados de Sampaio. A coluna de Barrias perdeu a impulsão e acabou rechaçada, refluindo os remanescentes por onde surgiram pelo "Potreiro Pires" e pelo matagal Souce. Osório manteve-se ativo o tempo todo naquelas seis horas de combate. Ordenava toques de "avançar" sucessivos ou despachava velozes estafetas, quando não ia ele próprio, a galope, estancar ameaças. Sacrificou batalhões inteiros para evitar o abraço mortal das pinças envolventes de Barria e Resquín. Todos os núcleos submergidos ou a submergir acabavam recompostos. Foi o grande herói da Batalha de Tuiuti. Morreram mais de 700 brasileiros contra 13 mil baixas paraguaias, dos quais 6 mil morreram. O papel de Osório na batalha foi predominante e o confirmou mestre em repentinas citações. O general Rodrigues Silva recorda-o a galope sempre de chapéu do chefe, espada em punho tinha o dom da ubiqüidade. E Sena Madureira disse: "Osório multiplica-se, não houve soldado brasileiro que combatesse nesse dia que não o visse passar como um raio" Um atendente passou-lhe iodo no ferimento do ombro. Antes de deitar-se, teria verificado se o cavalo preto, sua segunda montaria, substituto do Malacara Gateado, morto com um tiro, teria recebido seu reforço de forragem.
Curiosidades Paraguai em frangalhos O país mais prejudicado foi, claro, o Paraguai. Há pesquisas que apontam perdas de 69% da população. Porém dois terços dessas mortes ocorreram por doenças como cólera, diarréia e varíola. Muitos finais da guerra Depois da queda do forte Humaitá, o fim da Guerra do Paraguai foi declarado várias vezes. Uma delas ocorreu em 27 de Dezembro de 1868, em Lamas Valentinas: as tropas aliadas, com 24 mil homens, cercaram a fazenda de Solano López, que teria se refugiado com seus últimos soldados, porém o ditador fugiu pelos fundos da fazenda. Na época entre soldados e oficiais, existia a certeza de que Solano Lópes tinha feito um acordo com Caxias: se deixasse fugir, ele, renunciaria e daria a guerra por acabada.
Bibliografia
Estiarribia, Pedro Paulo Cantalice, Coronel Marechal Osório Ministério da Cultura
Revista Grandes Guerras Edição 11 "A Guerra do Paraguai"
Por Todo o grupo (Roballo, Nicolas, Francielle N., Gisely e Debiasi
Curiosidades Paraguai em frangalhos O país mais prejudicado foi, claro, o Paraguai. Há pesquisas que apontam perdas de 69% da população. Porém dois terços dessas mortes ocorreram por doenças como cólera, diarréia e varíola. Muitos finais da guerra Depois da queda do forte Humaitá, o fim da Guerra do Paraguai foi declarado várias vezes. Uma delas ocorreu em 27 de Dezembro de 1868, em Lamas Valentinas: as tropas aliadas, com 24 mil homens, cercaram a fazenda de Solano López, que teria se refugiado com seus últimos soldados, porém o ditador fugiu pelos fundos da fazenda. Na época entre soldados e oficiais, existia a certeza de que Solano Lópes tinha feito um acordo com Caxias: se deixasse fugir, ele, renunciaria e daria a guerra por acabada.
Bibliografia
Estiarribia, Pedro Paulo Cantalice, Coronel Marechal Osório Ministério da Cultura
Revista Grandes Guerras Edição 11 "A Guerra do Paraguai"
Por Todo o grupo (Roballo, Nicolas, Francielle N., Gisely e Debiasi
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Curiosidades da vida de Osório
Principais curiosidades do General Osório · O gaúcho Manoel Luis Osório, o marquês do Erval, foi o militar mais popular do Brasil a partir de sua atuação na Guerra do Paraguai e após a sua morte, em 1879, tornou-se, por décadas, uma espécie de patrono informal do Exército brasileiro. Sua popularidade transpunha fronteiras, sendo admirado também em países vizinhos, principalmente na Argentina. A origem dessa admiração encontra-se na sua legendária coragem em campo de batalha, associada ao caráter bonachão e por manter contato direto com soldados, com os quais falava na mesma linguagem. Essa popularidade pode ser constatada ainda hoje, nas muitas praças, ruas e instalações públicas do país que têm a designação de Osório. · Foi no século XX que a figura de Caxias substituiu gradativamente a de Osório na posição de maior relevo do panteão militar brasileiro. · Na época do Império brasileiro não havia impedimento constitucional de militares da ativa participarem da vida política. · Durante o segundo reinado entre (1840 – 1889), praticamente todos os generais eram filiados ao Partido Liberal ou ao Conservador, os dois únicos existentes até a fundação do Partido Republicano, em 1870, o qual então não atraiu a alta oficialidade. · O Partido Conservador pelo qual Caxias se elegeu senador defendia o Estado centralizado, que considerava a garantia da manutenção da unidade nacional e da ordem social. Já Osório, pertenceu ao Partido Liberal, o qual, na sua origem, defendeu a descentralização do poder, maior participação dos cidadãos no processo político e, na década de 1840, pegou em armas contra o governo central. · Osório destacou-se pela capacidade tática, pois compreendia rapidamente a dinâmica de uma batalha e tomava as decisões corretas em pleno combate. · Outro contraste entre Caxias e Osório se dava na relação com a tropa, o que se explica pelas origens sociais e personalidades de ambos. Caxias era muito respeitado pelos soldados, mas não tinha intimidade com eles, pois vinha de uma aristocracia militar, de bisavô, avô, pai e tio generais, e teve educação formal, cursando a Academia Militar. Vivia na capital do Império, no Rio de Janeiro, e em duas décadas de carreira militar, conheceu o Brasil de norte a sul. Já Osório, por sua vez, era filho de pequeno proprietário rural que chegou a coronel das milícias, as tropas não profissionais “de segunda linha”, usada como auxiliar do exército profissional. “de primeira linha”. Cresceu no ambiente rústico do interior do Rio Grande do Sul, em contato direto com peões, habituando-se com as conversas pitorescas do dia-a-dia masculino, o que lhe permitiu, como general, falar de igual para igual com os soldados. · Osório era acessível, permitindo algumas liberdades por parte dos subordinados. Assim, por exemplo, em 1865, o Exército brasileiro marchava em direção ao Paraguai sob seu comando quando Paulo Alves, conhecedor do gosto do general em escrever poesias, arriscou solicitar-lhe uma promoção em versos. O despacho de Osório, em resposta, veio em igual forma: “Quem faz versos tão formosos, há de ter grande talento E ser valente. Por isso, Defiro o requerimento. Mas não se repita Que me sai mal Falando em verso Ao general.” Sabemos que nenhum subordinado ousaria escrever em versos a Caxias. · Conforme o visconde de Taunay, Osório superava qualquer outro chefe militar na estima de oficiais e soldados e deles sabia obter tudo quanto desejasse, mesmo nas piores circunstâncias. Ninguém era mais simpático e atraente à tropa do que ele, despertando em torno de si afeto sincero e “dedicação que tocava as raias do fanatismo”. Estava sempre bem-humorado, contava piadas e era “muito dado”. · As diferenças de personalidades e filiações partidárias distintas não impediram que Osório e Caxias tivessem, durante mais de duas décadas, estreitas relações. Além da camaradagem de militares que lutaram lado a lado, ambos compartilhavam a mesma visão da sociedade, quer no aspecto político, pois defendiam o Estado monárquico, quer nos valores morais e, mesmo na falta de preocupação em enriquecer no exercício da função pública. Coincidiam na aversão à guerra, apesar de terem sido grandes chefes militares ou, talvez por isso mesmo, por terem vivenciado os sofrimentos humanos que ela acarreta. · Osório desenvolveu sua carreira convicto dos valores que garantiu e da superioridade moral das causas que defendeu o que lhe permitiu lutar e matar pessoalmente o inimigo, movido pela lógica de que, assim, encurtaria as guerras que travava e poupavam vidas. · Na década de 1870, surgiram atritos entre Caxias e Osório, originários de mal-entendidos sobre dois momentos comuns na Guerra do Paraguai, que foram explorados e ampliados por terceiros por motivos políticos, resultando no fim da amizade entre os dois generais.
Bibliografia: * Pesquisa na Internet: (Wikipédia), (Site Veja.com),(Site vovósabetudo.com). Por Nicolas.
Bibliografia: * Pesquisa na Internet: (Wikipédia), (Site Veja.com),(Site vovósabetudo.com). Por Nicolas.
Vida de Osório
O General Osório (Manuel Luiz de Osório) é conhecido como Patrono de Armas de Cavalaria do Exército brasileiro e herói da Guerra do Paraguai. Este valente soldado nasceu em Nossa Senhora da Conceição do Arroio, atual cidade de Osório no Rio Grande do Sul, no dia 10 de maio de 1808 e morreu no Rio de Janeiro no dia 04 de outubro de 1879, aos 71 anos. Era filho de pais humildes, e sua instrução não foi realizada de modo regular. Seu pai, o senhor Manuel Luis, era peão nascido em Santa Catarina, descendente de casais açorianos, e sua mãe a senhora Ana Joaquina Luíza Osório, era natural de Santo Antônio da Patrulha, de família proprietária de terras. A gleba de seus pais situava-se próxima à Lagoa dos Barros, local onde hoje está o Parque Marechal Osório. O General Osório iniciou a carreira militar aos catorze anos de idade, durante a Guerra da Independência do Brasil (1822-1823), combatendo as tropas do exército português estacionadas na Província da Cisplatina (atual Uruguai). Por Nicolas
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